Antes de começar a ler o texto, irei sugerir uma música para acompanhar a leitura, tornando assim, o momento um pouco mais profundo. A música que indico se chama The Whirling Ways of Stars That Pass de Johann Johannsen, a qual faz parte da trilha sonora de um belo filme.

Ao dirigir um novo olhar sobre a universidade pensando sobre o que ela é para mim e como gostaria que ela fosse, fiquei um pouco perdida, pois achei que seria muito difícil encontrar um lugar que por meio de uma fotografia transmitiria a mensagem. Mas estava enganada, a fotografia que tirei foi muito além do que eu imaginava, todos os elementos da foto possuem um significado que ao se juntarem expressaram para mim, o que eu estava pensando sobre o que a universidade é e como gostaria que ela fosse. Mas então? O que a universidade é para mim? A universidade para mim, é realmente um universo, universo este composto por tudo um pouco. É um universo de pessoas, de gostos, de pensamentos, de conhecimentos, de oportunidades, de mudança, crescimento e evolução. É um espaço, um momento na vida, por meio do qual vivi e vivo mudanças, me desconstruí, me desconstruo e desenvolvo, intelectualmente, pessoalmente e espiritualmente, ela é intensa para mim e comigo. Na foto, vejo isso no local que tirei, um lugar onde podemos sentar, conversar, conhecer, sentir, focar e evoluir. Mas para além disso, como gostaria que ela fosse? Gostaria que ela fosse um momento, um espaço tranquilo, onde todos pudessem evoluir e conhecer sem sofrimentos, sem desespero, e assim viver e senti-la da forma mais profunda e transformadora possível.

Amanda Fernandes.  


Comentários

  1. Adorei a sugestão da música! Que experiência que é ir pra universidade né? Que multiplicidade de significados ela pode ter.

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  2. Amanda, que bela música! Fiquei pensando que ao sermos artistas, ao criarmos obras de arte, esse processo nos afeta de diversas formas, mas chega ao outro de outras tantas as quais não temos controle. Imagino que os artistas não tem ideia de como afetam o outro. Quando usamos um recurso estético em nossa atuação profissional, podemos até ter um propósito, mas todas as formas com que isso pode chegar ao outro são inimagináveis também para nós.

    - Babi.

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