Escolhi esta imagem pois quando me
deparei com este grafite escondido em meio as árvores envoltas em cores tão vívidas
veio-me a mente a palavra adaptabilidade, repensando todo o meu trajeto durante
minha graduação, houveram muitas mudanças, crises e desafios, assim como o
camaleão se adapta aos ambientes mudando suas cores, eu passei por várias
situações aonde foram necessários momentos de reflexão, de silêncio, de choro e
estes vieram a me modificar e a formar o que sou.
Acredito que a cada encontro desta
matéria aprendo novos olhares para quem sou e para aonde quero ir e por que eu
estou aqui nesse curso. Essas experiências que vivenciei dentro e fora de sala
são como as cores de um camaleão elas podem se alterar devido as situações, mas
mesmo assim este continuará a ser um camaleão. Sei que já não sou o mesmo de quando
entrei nesse curso e que as experiências que aqui vivenciei modificaram meu
modo de pensar, mas mesmo assim continuarei a ser eu mesmo. Sei que nem sempre
as mudanças são fáceis e que as vezes são necessárias algumas perdas pelo
caminho. O que também me chamou a atenção foi que apesar de ser apenas um
grafite essa imagem se faz viva neste lugar, espero que assim como esta imagem
se integrou aos muros da faculdade eu me sinta a cada dia mais parte desta
instituição sem perder a minha própria essência. Que eu possa me orgulhar de
ser um estudante da UFU.
Lihury, que lindo grafite, acho que eu nunca o vi! Você juntou a fotografia ao grafiti, ambas intervenções artísticas de cunho bastante sensível e político... Quando vi a fotografia e li a placa perto do desenho, ri pensando no quanto podemos ir além desse aviso ao observarmos a imagem grafitada. Ao ler seu texto, pensei "que bom que conseguimos nos movimentar" e "espero que não façamos questão de uma cor fixa, de uma verdade, mas de questionar todas as cores, todas as verdades".
ResponderExcluir- Babi
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